Tenho eu, tenho pouco, tenho nada, me fiz assim, independente,
diferente, só guardo pra si o que é verdadeiro, o que é desordeiro o que é
sentimento vazio, jogo fora, posso até não ter medo de julgamentos mas por dentro, no
fundo, me cobro pelo que não sou, pelo que não fui... Esqueço demais de dar valor
ao que necessita mesmo, sou desastrada, distraída, dispersa, todo defeito que
já começa até com a primeira letra de meu nome, D. D de Débora, desleixada,
desorganizada, como se fossem defeitos que passassem a existir desde que nasci,
como se fosse parte de mim... toda complicada, por
fora só se vê seu ascendente, mas por dentro de equilíbrio não tem nada,
que na verdade por dentro mesmo é apenas composta de sentimentos, de dores e
depressão como dizem na descrição.
Se refazer, a gente vai fazendo a vida, se reconstruir, aprender um novo jeito de ser feliz, é isso que a vida nos diz. Ela foi movida por sonhos, hoje as decepções secam sua voz, seu grito, seca sua lágrima e ela já não sabe mas nem o que pensar, por onde começar...
Se refazer, a gente vai fazendo a vida, se reconstruir, aprender um novo jeito de ser feliz, é isso que a vida nos diz. Ela foi movida por sonhos, hoje as decepções secam sua voz, seu grito, seca sua lágrima e ela já não sabe mas nem o que pensar, por onde começar...
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