sábado, 26 de outubro de 2013

Embevecida em vaidade

Quanto cinismo, desapego, frieza, quanto jogo errado se delegando de um jeito totalmente abusado. não conte com a sorte, logo eu que nunca contei com ela, que não me pertence, que não me defende. Me escreva piadas, risadas, promessas falsas, me mata de prazer, deixa eu sussurrar no seu ouvido o quanto sou sua, o quanto estou nua, Pra que medo? Pra que franqueza, insegurança? Qual é, você não é mais criança. Pra que desperdiçar sintonia, alquimia, você me prendeu a você de um jeito que nem eu sei por que, você me faz enlouquecer, estremecer, gemer, tudo que ha de haver. Não me importo com o sentido, ele me faz de procurar, me encantar, te abandonar... Me segurar, não desviar, Respira! Fui eu que escolhi assim, lembra? É tarde demais menina, já foi, não crie expectativas... Encher o seu ego, lamber sua hipocrisia, pagar pau para a sua imaturidade é só o que eu sei fazer diante de tanta falsidade, embevecida em vaidade e cega de paixão depois eu cuspo tudo no chão, foda-se, sou só mais uma na sua mão. Eu ja conheço todo esse discurso, sei de tudo isso e mais um pouco, tudo pra entender o outro lado do jogo, só não sabia o quanto o jogo era perigoso, agora enfrenta com coragem, como mulher, como eu quiser e enfia no cú o seu machismo esteja ele onde estiver.

Nenhum comentário:

Postar um comentário